quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Corpo de Clemilda é sepultado no Cemitério São João Batista


Forrozeira morreu aos 78 anos na madrugada desta quarta-feira.
Sepultamento reuniu centenas de pessoas em Aracaju.

Fredson Navarro e Flávio Antunes Do G1 SE
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Corpo de Clemilda é sepultado no Cemitério São João Batista (Foto: Flávio Antunes/G1)Corpo de Clemilda é sepultado no Cemitério São João Batista (Foto: Flávio Antunes/G1)

O corpo da cantora Cleimilda, que morreu aos 78 anos, na madrugada desta quarta-feira (26), foi sepultado no fim da tarde no Cemitério São João Batista, em Aracaju, e reuniu centenas de pessoas entre familiares, fãs, músicos, admiradores e autoridades. Todos foram se despedir da forrozeira que nasceu em Alagoas mas representou Sergipe no Brasil.
Corpo de Clemilda seguiu em cortejo em cima do carro do Corpo de Bombeiros (Foto: Flávio Antunes/G1)Corpo de Clemilda seguiu em cortejo em cima do carro do Corpo de Bombeiros (Foto: Flávio Antunes/G1)




Clemilda morreu aos 78 anos durante a madrugada desta quarta-feira (26) em virtude de complicações pulmonares. Ela estava internada em um hospital particular há cinco meses. O corpo dela foi velado na Rua Itaporanga, Centro de Aracaju,até o início da tarde.

Homenagens
Os cantores Genival Lacerda e Anastásia ficaram muito sentidos com a notícia da morte de Clemilda e homenagearam a forrozeira recordando momentos que passaram com ela.
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Genival disse ao G1 que Clemilda era e grande representante da música nordestina. “Ela fez sucesso com o seu estilo, foi sensacional e deixa saudades. Fizemos muitos shows juntos na Bahia e Sergipe e a alegria dela era contagiante. Cantamos juntos e nos divertimos bastante. Agora ela se une a Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e Marinêz”.

A alegria de Clemilda também foi lembrada por Anastácia. “A lacuna fica aberta porque só ela animava o forro daquele jeito bem aconchegante. Ela era sempre sincera e falava o que pensava. Ela batalhou muito para conquistar o seu espaço. A ala feminina da velha guarda’ do forró era formada por mim, Clemilda e Marinêz. Elas partiram mas eu continuo fazendo a nossa música em homenagem das duas. Fomos felizes juntas e a saudade fica”.